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O Dr. Viu #17: A Bruxa

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Depois de muita espera e muito falatório A Bruxa (The Witch) de Robert Eggers chegou ao Brasil e eu fui lá conferir se ela era isso tudo mesmo.

O Dr. Viu #17: A Bruxa (The Witch, 2016)

Para uma melhor experiência no celular, coloque o vídeo em tela cheia.

Sinopse

“New England na década de 1630: William e Katherine levam uma vida cristã devota com cinco filhos, vivendo à beira de um deserto intransitável. Quando o seu filho recém-nascido desaparece e a colheita fracassa, a família se vira um contra o outro. Além de seus piores medos, um mal sobrenatural se esconde no bosque ao redor. Em sua estréia, o escritor/diretor Robert Eggers meticulosamente projeta uma autêntica recriação da Nova Inglaterra – gerações antes dos julgamentos de 1692 em Salem. Evocando o poder sedutor e aterrorizante do mito atemporal da bruxa, contado através dos olhos de Thomasin, a filha adolescente (em uma performance digna de uma estrela de Anya Taylor-Joy) e suportado por um assombroso trabalho de câmera e uma pontuação sinistra, A Bruxa é um retrato arrepiante de uma família desenrolando dentro de seus próprios medos e ansiedades, deixando-as expostas a um mal do qual não se pode fugir.”

Direção: Robert Eggers
Elenco: Anya Taylor-Joy, Ralph Ineson, Kate Dickie, Harvey Scrimshaw, Ellie Grainger e Lucas Dawson

  • Brancão

    Tem spoiler o review?
    :^-

  • Thiago

    Tecnicamente o filme é incrível, não tem o que falar. E apesar dos poucos defeitos, me prendeu e me deixou realmente tenso e angustiado durante toda a exibição. Não é a obra prima que alguns críticos têm vendido, mas é um ótimo filme, que foge dos clichês do gênero, tem ótimas atuações e ainda traz um pouco de reflexão nas entrelinhas. E isso, nos dias de hoje, já é algo pra comemorar.

  • Roger1910

    O diretor paga um pau danado para o Kubrick, tanto na trilha sonora quanto numa cena lá pelo meio do filme, que evoca um cena famosa de O Iluminado. Mas, homenagem à parte, é um filme muito original, onde até os animais têm boas atuações, hehe. Adoro esse tipo de filme, que vai num crescendo lento e constante, dando valor aos personagens e desenvolvendo bem a situação que é enfrentada pela família. Minha nota é por aí, mesmo, 8,5 ou até 9. Creio que vou gostar ainda mais numa revisão.

  • Gabriel Faris

    Foi a melhor crítica que vi sobre o filme. Sem superestimar com exageros e falácias. Por um lado alguns críticos tratavam o filme como algo extremamente fantástico, mais pelos aspectos técnicos e pelo outro detonavam o filme. Até me decepcionei com o artigo de um site de horror que gosto muito, aonde pareciam ter sido pagos pela Universal de tanto que exaltavam e geravam expectativas.