75 Fatos e Curiosidades de ‘O Segredo Da Cabana’

Extraído da Trilha de Comentários do Blu-ray Norte-Americano

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O Segredo da Cabana foi lançado em 2012 e logo se tornou um sucesso de crítica e de público. Mas engana-se quem acha que a produção teve vida fácil. O filme de Joss Whedon e Drew Goddard foi filmado em 2009 e se pegou envolvido em meio aos problemas financeiros da MGM que suspendeu o lançamento por tempo indeterminado.

Somente em 2011 a Lionsgate adquiriu os direitos de distribuição do filme que finalmente chegaria aos cinemas norte americanos no dia 13 de Abril de 2012.

Por aqui o filme chegou a ser anunciado para setembro do mesmo ano, mas por motivos desconhecidos a minha pessoa acabou sendo retirado do calendário de lançamentos nacionais indo diretamente para DVD.

E para completar a lambança tanto o blu-ray quanto o DVD nacionais vieram sem nenhum material extra, privando os fãs brasileiros de vários materiais de Making Of e, principalmente, da excelente trilha de comentários com o diretor Drew Goddard e o roteirista e produtor Joss Whedon.

A trilha é bem divertida com a dupla literalmente batendo um papo não só a respeito do processo criativo como um todo, mas também de todos os elementos envolvidos na produção do filme. A dupla fala muita coisa e muito rápido, consequentemente é uma trilha difícil de acompanhar. Mas mesmo assim conseguimos extrair várias coisas relevantes. Espero que gostem.

[ALERTA DE SPOILERS] Atenção! As informações abaixo contém detalhes e fatos relevantes da trama. Não siga em frente se você ainda não viu o fillme.

Fatos da Trilha: ‘O Segredo da Cabana’ (The Cabin In The Woods, 2016)

01. Segundo o diretor Drew Goddard, o líquido utilizado na sequência de abertura é chocolate. Segundo ele o produto foi utilizado por causa do reflexo do brilho, já que o sangue falso não reproduzia o brilho desejado.

02. O diretor e o produtor e roteirista Joss Whedon imaginaram abrir o filme de uma forma diferente da como os filmes desse tipo geralmente começam. A intenção era fazer o espectador pensar que tinha entrado no filme errado. E logo que exibiram o filme para o pessoal do estúdio, os próprios executivos questionaram a abertura alegando que o público acharia que estava vendo o filme errado. A dupla logo explicou que a intenção era essa. Para os dois isso já serve de indicação para o público de que este seria um filme diferente.

03. Joss Whedon comenta que para ele é uma falha o fato de não ter mostrado a a versão morena de Jules (Anna Hutchison). O produtor confessa que gostaria de ter colocado uma foto dela ainda morena, mas acabou desistindo da ideia.

04. Goddard comenta que uma das coisas mais difíceis do filme é que eles só tem 4 minutos para estabelecer e mostrar como são os personagens antes de serem manipulados pelos “titereiros”. No caso de Julie a manipulação já havia começado antes do filme começar.

05. Whedon comenta que logo de cara muitos não percebem que o personagem de Curt (Chris Hemsworth) é uma boa pessoa e inteligente e o taxam como o “atleta mau”.

06. Para o diretor, o filme muda quando se assiste pela segunda vez, pois muita coisa que é vista no começo passa a fazer sentido. Para ele foi difícil encontrar o equilíbrio que mantém a dualidade dos personagens e criá-los de uma forma que sejam estereotipados e desinteressantes à primeira vista.

07. O carro de Marty (Fran Kranz) é o carro que o diretor usava para ir para a escola.

08. O diretor revela que adora encontrar formas de estabelecer personagens de forma que não seja somente através de diálogos. Ele exemplifica isso quando Marty tranca o carro mas deixa as janelas abertas.

09. Quando partem para a viagem, Jules grita “Fuck, Yeah!” segundo o diretor isso é uma homenagem à atriz Anna Hutchison. Segundo ele a atriz se tornou uma das maiores entusiastas da produção tendo a frase como um tipo de bordão pessoal.

10. O diretor Goddard comenta que quando o prazo é apertado, a primeira coisa a ser comprometida é a seleção do elenco e uma das satisfações de ter Whedon como produtor é que ele deu prioridade à seleção do elenco acima de tudo.

11. O teste de seleção de Anna Hutchison foi feito por vídeo diretamente da Nova Zelândia. Segundo o diretor o papel era muito difícil de selecionar, pois a pessoa interpreta quem ela realmente é e um arquétipo. E no caso de Jules o papel era muito fácil de cair no ridículo.

12. A dupla comenta que também havia a questão de pedir para a atriz ficar nua. Segundo Joss Whedon, se eles fossem franceses e nada acontecesse no filme, as pessoas fariam em um piscar de olhos, mas como não são e se trata de um filme de terror, isso significa uma coisa totalmente diferente.

13. O posto de gasolina na verdade é a casa de uma pessoa e a dupla comenta que, além de incluir a bomba de gasolina na frente da casa e uma bandeira dos confederados na janela, nada foi alterado na casa. O lugar foi um problema para a produção. O filme se passa no verão, mas foi filmado no inverno e quando eles chegarem para filmar o lugar estava coberto de neve.

14. Os a dupla usou situações falsas durante os testes de seleção de elenco no caso de Mordecai (Tim De Zarn) ele interpretava um maluco conversando com uma vending machine sobre problemas assistencialistas.

15. Para o diretor uma das grandes vantagens de se eu filmar em Vancouver é que tem ótimas florestas. Em qualquer lugar que você posicionar a câmera você tem a sensação de opressão e de desolamento.

16. A dupla comenta que a floresta na verdade é um parque estadual e que na época a região estava infestado de adolescentes porque o local ficava próximo da cidade onde estava sendo filmado Crepúsculo.

17. A cena em que o grupo entra na casa foi o primeiro dia de filmagem.

18. Uma das partes da casa preferidas de Goddard é o espelho.

19. A dupla revela que enquanto escreviam o filme, tiveram várias discussões para saber quem de fato dirigiria o filme. Whedon lembra de uma conversa onde chegaram a cogitar um terceiro diretor caso nenhum deles dirigisse o filme. Esse diretor seria Victor Salva. Segundo Whedon o trabalho de Salva em ‘Olhos Famintos 2‘ é muito bom.

20. A história para o filme surgiu do desafio de escrever algo rápido. Drew Goddard comenta que não é possível escrever um mistério de assassinato rápido.

21. Todo o conceito da cabana, com a parte de cima e o subterrâneo é uma ideia de Joss Whedon.

22. Para o diretor, a cena do “Prenúncio”, quando Mordecai avisa a base que os jovens estão indo para a cabana é crucial para o filme, pois é ela que faz a combinação do mundo real com o místico e prepara o público para o terceiro ato.

23. A dupla menciona a exclusão de uma cena onde Marty encontra um urso. A cena aparentemente foi retirada porque o ator Fran Kranz aparece sem camisa e ele estava “sarado” demais. Isso arruinaria o personagem na opinião de Goddard.

24. Joss Whedon também menciona uma cena em que Chris Hemsworth chora. Goddard brinca dizendo que retirou a cena porque ninguém quer ver o Thor chorar.

25. A atriz Amy Acker, que interpreta Lin, foi uma das exigências do diretor.

26. Outra exigência de Goddard foi o ator Tom Lenk para o papel de Roland. O diretor comenta que escalar o elenco para papéis menores no Canadá é muito difícil. O sindicato local exige que estes sejam preenchidos por atores canadenses e para utilizar atores de outras nacionalidades em um determinado papel, a produção tem que provar que não existe nenhum canadense capaz de interpretá-lo. No caso de Tom Lenk o diretor teve que preencher um formulário que, segundo o diretor, quando lido é ridículo pois o ator só tem três falas filme.

27. Na brincadeira de verdade ou consequência a ideia era fazer um “verdade ou consequência ou sermão”, uma variação da brincadeira que Goddard fazia com seus colegas na escola. Porém a cena acabou ficando longa demais e a dupla preferiu ficar com a brincadeira original.

28. O diretor revela que todas as cenas que precisaram ser cortadas do filme foram retiradas do primeiro ato.

29. Joss Whedon revela que a cena do lobo é uma das mais comentadas. Segundo ele, ou as pessoas acham a cena “perturbadoramente sexy”, apenas perturbadora, ou que o lobo vai arrancar o rosto de Jules.

30. Foram necessários 15 tomadas para fazer a cena. Quando Whedon pergunta a Goddard se essa quantidade de tomadas foi mesmo necessária, o diretor responde: “Como diretor sim. Pessoalmente, não.

31. Joss comenta que Kristen Connolly ganhou o papel no momento em que ele viu a fita da atriz. Goddard comenta que este foi o papel mais difícil de selecionar.

32. Quase tudo no porão tem um significado. A cena no porão é muito escura, mas era primordial que tudo ali se conectasse com o que é visto no terceiro ato. Goddard comenta que era constantemente questionado sobre a validade dessa exigência, sob o argumento de que ninguém iria reparar no ítens expostos. Porém o diretor estava tão consciente de que O Segredo da Cabana era um filme para ser visto mais de uma vez, que se manteve firme em sua decisão.

33. Goddard comenta que manter o tom do filme foi muito difícil uma vez que O Segredo da Cabana tem um tom muito específico. Nas suas palavras: “5 graus para esquerda, é um exploitation. 5 graus para a direita, vira uma comédia pastelão.”

34. O filme foi escrito durante um final de semana por livre iniciativa da dupla. Ambos estavam tão frustrados com projetos em que vinham trabalhando há um ano, mas que não tinham dado em nada. Então decidiram escrever algo para si mesmos. Se trancaram em um quarto de hotel e se comprometeram a não sair dali enquanto não tivessem um roteiro.

35. A lista de criaturas no quadro de apostas dos funcionários foi criada na hora, pouco antes das filmagens começarem.

36. De acordo com Goddard, Joss Whedon precisou de apenas 7 minutos para escrever o diário de Patience Buckner.

37. Para o diretor este é um filme sobre sistema de crenças e é muito importante que o público entenda os dois lados, pois ambos estão corretos dentro de seus sistemas.

38. A cena com Jules e Curt na floresta foi gravada dentro de um estúdio e um fato curioso apontado por Goddard e Whedon é que o nome do responsável por montar a floresta no estúdio é Glenn Forester, que em português significa “Vale Silvicultor“.

39. Ainda sobre a cena, Joss Whedon comenta que esse momento dos dois na floresta, com os gases saindo do chão e com os membros da equipe assistindo, resume o filme.

40. A cena de sexo entre Curt e Jules foi a primeira que Goddard já dirigiu. Ele comenta que era a pessoa mais nervosa no set e estava muito preocupado com o bem estar da atriz Anna Hutchison. Para tranquilizá-lo a atriz recomendou que ele assistisse alguns episódios da série Underbelly, da qual ela fez parte na Austrália e lhe disse: “Eu já fiz coisas bem mais obscenas do que isso”.

41. Whedon alerta para o fato de que a blusa de Jules não se abre mais à partir do momento em que são atacados e comenta que um dos truques é não misturar os dois [sexo e violência] além do ponto.

42. Goddard também ressalta o fato de que eles não conseguiram bolar uma forma de prender a armadilha de urso nas costas de Jules sem a camisa.

43. Depois da morte de Jules, Goddard comenta que a oração no subsolo é uma influência de sua cidade natal, Los Alamos, no Texas. Segundo o diretor a cidade é onde se constrói bombas atômicas e tem muitos cientistas, consequentemente é a cidade com o maior QI per capita dos Estados Unidos. Por outro lado é a cidade com o maior número de igrejas por pessoa do país. O diretor traça uma relação entre esses dois fatos ao dizer que “pessoas que constroem armas de destruição em massa precisam ter fé”.

44. Ainda sobre a oração, para o diretor este momento é vital para a compreensão do filme pois é à partir desse momento que o espectador tem a certeza de que os personagens não estão em um reality show.

45. Quando Curt atinge Patience Buckner (Jodelle Ferland), o diretor mostra uma certa frustração pois gostaria que a atriz girasse no ar. Aparentemente houve uma falha de comunicação e a equipe tinha trazido o equipamento errado.

46. Enquanto Chris Hemsworth encenava o discurso de Curt dentro da casa. O diretor confessa ter sentido um arrepio na nuca e imediatamente pensou: “Oh meu Deus! Esse cara vai ser uma estrela”. Whedon se lembra de comentar o mesmo com Goddard que lhe respondeu: “Eu sei! Foi ótimo conhecê-lo, não foi?!”. Naquela mesma noite a dupla enviou as cenas para os executivos do estúdio ressaltando as qualidades de Hemsworth e imediatamente ele foi selecionado para Amanhecer Violento (Red Dawn, 2012). Exatamente dois dias depois o ator foi escalado como Thor.

47. Goddard comenta que geralmente em filmes desse tipo os jovens não se importam uns com os outros e quando a coisa esquenta é cada um por si. Para ele era muito importante quebrar este paradigma em O Segredo da Cabana.

48. Whedon comenta que mesmo após verem o filme pela segunda vez, muitas pessoas acreditam que o terremoto acontece por causa do tempo se esgotando e não entendem que na verdade é porque Marty não morreu. O mesmo vale para a falha no detonador. Ela só acontece porque Marty já está agindo nos bastidores.

49. Goddard comenta que levaram 15 anos para que ele compreendesse que escrever roteiros é uma questão de “preparar e recompensar” e usa o tritão como exemplo, lembrando que a criatura é mencionada apenas 5 vezes no filme.

50. A cena das estudantes no Japão foi a primeira coisa que o estúdio quis cortar, alegando que o público não entenderia a referência.

51. Algumas cenas da estrutura sob a cabana foram filmadas em um prédio de escritórios, onde as filmagens só poderiam acontecer durante a noite. Goddard conta que o ator Richard Jenkins, o mais velho do elenco, frequentemente fazia flexões na madrugada para ficar sempre em estado de alerta.

52. O comprometimento de Jenkins era tanto, que ao longo dos três anos que O Segredo da Cabana levou para ser lançado, o ator sempre se manteve informado sobre a situação do filme.

53. Sempre que Jenkins estava no set e não estava atuando, o ator fazia questão de acompanhar tudo de perto.

54. Um dos produtores chegou a comentar que ir atrás de Jenkins seria uma perda de tempo, pois o ator jamais aceitaria fazer o filme já que tinha sido nomeado ao Oscar daquele ano (2009). Whedon conta que mesmo assim decidiu tentar a sorte e enviou o roteiro para Jenkins naquela noite. O ator retornou o contato dizendo que queria fazer o filme na manhã seguinte.

55. Whedon confessa que ficou muito frustrado quando assistiu o filme com o público porque imaginou que todo mundo esqueceria da tela eletrificada. Aparentemente isso não aconteceu.

56. Whedon entrega uma falha de continuidade quando Sitterson (Richard Jenkins) tira uma garrafa da água e a joga para Hadley (Bradley Whitford) que a recebe… seca! Mas o produtor revela ter sido advertido de que se a garrafa estivesse molhada atrapalharia a captura do som.

57. Quando o membro da família Buckner ataca Dana no píer, ele faz uma breve pausa e inclina a cabeça. A dupla comenta que isso é uma referência à Michael Myers de Halloween.

58. Goddard também revela que o estúdio quis cortar a cena em que os funcionários festejam enquanto vemos Dana sendo atacada nos monitores. O diretor confessa ter cogitado a hipótese, mas desistiu porque para ele esta cena é o filme. Ela prepara terreno para o terceiro ato e que aquelas pessoas terão o que merecem.

59. Goddard atribui muitos de seus feitos em O Segredo da Cabana ao que ele chama de “inocência de diretor de primeira viagem”. Segundo o diretor, várias coisas foram muito difíceis de realizar. Coisas que talvez ele não tentaria em um segundo filme.

60. Goddard comenta que sempre quis dirigir um lobisomem. A criatura é a primeira que Marty e Dana vêem no subsolo.

61. A “Bailarina Dentata” é uma criação de Joss Whedon e foi feita utilizando apenas recursos práticos.

62. Whedon chama o brutamontes com a bola na mão de “Little Ball”. Nas palavras do produtor “esse cara e o Pinhead claramente vão ao mesmo churrasco de 4 de Julho”. Goddard vai além e diz que o Pinhead é tão icônico quanto o Lobisomem e Drácula.

63. Quando as criaturas são liberadas e atacam os guardas no saguão, podemos ver uma árvore à esquerda. Nos testes iniciais ela era o que o diretor chama de “Árvore Molestadora Nervosa”. Porém parece que o pessoal dos efeitos visuais entendeu errado e segundo o diretor a coisa ficou tão gráfica que no meio da reunião ele se levantou e disse: “Gente, essa é uma “Árvore Molestadora Nervosa” e não uma “Árvore Estupradora Nervosa”.

64. Enquanto bolavam as criaturas, a dupla chegou a conclusão de que as coisas mais simples seriam as mais assustadoras, como um assassino com um saco na cabeça e a gangue com máscaras brancas.

65. Goddard admite que quando pensou na cena com o morcego gigante não imaginou o quão complicado seria adicionar a criatura ao filme.

66. Whedon comenta que ninguém acredita que a cabeça do unicórnio que mata o técnico é falsa.

67. A dupla comenta que o ator Bradley Whitford ficou muito feliz quando descobriu que teria que usar uma metralhadora no filme, pois os papéis para os quais ele é geralmente escalado não lhe dão essa chance. Goddard ainda conta que o ator foi a loucura no set, imitando Al Pacino em Scarface.

68. A cena do tritão só poderia ser feita em uma única tentativa, porque uma vez que o sangue começasse a esguichar o cenário ficaria inutilizado. Segundo o diretor o sangue ficou jorrando por 9 minutos e, curiosamente, o trecho que vemos no filme foram apenas os 10 segundos finais da filmagem.

69. Quando chegam no Panteão, Goddard ressalta o cansaço dos atores e revela que não foi atuação. A cena foi deixada por último e todos estavam realmente exaustos. Especialmente Kristen Connolly. O diretor reconhece que exigiu muito da atriz.

70. Sigourney Weaver foi escolhida pois o papel exigia alguém que desse credibilidade à personagem. A dupla concorda que uma má atuação nesse ponto faria o filme desmoronar.

71. Goddard admite que se sentiu muito intimidado com a presença de Sigourney Weaver no set, mas que ficou muito surpreso com a primeira pergunta que a atriz lhe fez: “Ei, Drew, a que horas chega o lobisomem?” O diretor conta que estava muito entusiasmada em atuar com um lobisomem.

72. Whedon revela que seu momento favorito do filme é quando Dana, fora de foco, aponta a arma para Marty.

73. Whedon lembra que Sigourney Weaver também ficou muito empolgada ao saber que morreria com uma machadada na cabeça.

74. Para o diretor, Marty é a alma do filme porque não se importa com o quadro geral. Ele não está preocupado em salvar o mundo. Ele está preocupado em salvar seus amigos.

75. Whedon conta que a ideia da heroína e do cara engraçado morrerem como melhores amigos existe desde que ele era adolescente.

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  • Janerson Souza

    ” A história para o filme surgiu do desafio de escrever algo rápido. Drew Goddard comenta que não é possível escrever um mistério de assassinato rápido. ”
    Foi tipo uma competição entao ? ‘

    • Não. Foi um desafio pessoal. Um virou pro outro e disse: “Será que a gente consegue escrever um filme rápido?” Aí o outro respondeu: “Não sei! Vamos tentar?!”Os dois sentaram o rabo durante um final de semana e boom! Saiu o filme.